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“MINHA TIA, OUTRO PROBLEMA” – ORIENTAÇÃO DO PASTOR

Voltei a freqüentar a escola. Sete meses se passaram, e descobri que morar com a minha tia não era legal. Ela bebia tanto quanto meu pai e não cuidava bem de mim: era eu quem fazia a comida, lavava a minha roupa e limpava a casa. Não sabia cozinhar muito bem, era bem mais fácil fazer um copo de leite ou macarrão sem molho. Às vezes, eu fazia bolinho de chuva com suco de limão. Gostava de comer o bolinho assistindo à televisão, mas quando ela chegava em casa tinha que desligar tudo e ir para o meu quarto, senão brigava e ficava falando o tempo todo coisas que eu não entendia; parecia que falava com o além. Ela mesma falava e respondia como se alguém estivesse junto dela. Eu nunca entendi isso.

Todos os dias minha tia me buscava na escola, mas nesse dia ela não foi, tinha uma entrevista de emprego e não podia faltar. Não sei se iria passar nessa entrevista, pois, na noite anterior, havia bebido tanto que seu cheiro estava insuportável.

O sinal tocou e quando saí do prédio escolar, encontrei o monstro na porta me esperando. Com aquele olhar de lobo querendo me devorar, igual aos meus pesadelos. Ele veio até mim, não entendo como sabia que minha tia não viria.

– Vim te buscar – disse o monstro.

– Como sabe que estou sozinha? Minha tia está me esperando…

– Todos os dias, eu te espero e hoje sei que ela não vem.

– Eu não vou com você, não pode mais fazer nada contra minha mãe e nem contra meu pai.

– Posso matar você se não vier ou se abrir a boca para alguém.

Mais uma vez, o monstro me colocou no carro, por ser conhecido de todos e saberem que ele era amigo do meu pai, ninguém achava estranho e eu não tinha como gritar.

Continua na próxima edição.

A história acima é fictícia e baseada em fatos do cotidiano.

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