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FUNCIONÁRIOS DA CONSTRUÇÃO DE ANGRA 3 VOLTAM AO TRABALHO

Funcionários das obras da Usina de Angra 3, ligados à empresa Andrade Gutierrez, voltaram ao trabalho na manhã de hoje, depois de quase uma semana de paralisação. Eles haviam entrado em greve na quarta-feira da semana passada.

A principal motivação para a greve teria sido a atuação de três funcionários, que ocupavam cargos de confiança e que estariam perseguindo os operários. Eles foram remanejados para áreas administrativas dentro da empresa.

A Andrade Gutierrez também aceitou abonar dois dias e meio da greve, as advertências e atestados médicos.

Responsáveis pela Andrade Gutierrez e representantes do Sticpar (Sindicato da Construção Pesada de Angra e Paraty) estiveram reunidos anteontem, no 1º TRT (Tribunal Regional do Trabalho) onde definiram as reivindicações dos trabalhadores que seriam aceitas.

O Sindicato apresentou a proposta, na manhã de hoje, em uma assembleia realizada no portão do Complexo Nuclear.

Os três mil operários aceitaram o proposto e iniciaram os trabalhos ainda pela manhã.

Após a assembleia, a diretoria do Stcipar realizou uma reunião com representantes da Andrade Gutierrez, para que problemas como os ocorridos na semana passada, não virem rotina.

Marcelo Vidal, presidente do Sindicato, considerou o movimento positivo e vitorioso para os trabalhadores.

– Acho que isso é um grande avanço para a categoria, que demonstrou união no momento mais difícil da nossa história. Não foi fácil, mas conseguimos mostrar o nosso valor. Fizemos um acordo onde nenhum funcionário será demitido e os cargos de chefia serão remanejados para fazer serviços administrativos. No próximo dia 3 de fevereiro teremos uma reunião com o Sindicato Patronal, onde vamos apresentar a nossa proposta de dissídio coletivo. Acredito que após essa vitória na greve não teremos dificuldades para negociar o melhor para o trabalhador – falou Vidal.

A advogada Lívia Corina, responsável pelo setor jurídico do Sticpar, explicou como foi a estratégia utilizada durante o processo de negociação.

– Na quinta-feira à tarde, recebemos a notícia da audiência, então encaminhamos o nosso processo por fax, pois já sabíamos da possibilidade de ação judicial. Por isso reunimos provas e preparamos a defesa de forma antecipada. Com os dois processos em mãos, o juiz resolveu fazer um acordo, onde conseguimos o melhor para ambas as partes – disse.

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